(osugbo).
Yoruba, mas nenhum alcançou o prestigio da Sociedade Secreta Orò. Na
antiguidade esta sociedade, semeava o terror dentro do poder, já que seus
emissários ocultos, por baixo de máscaras impediam o abuso de sacerdotes,
monarcas inclusive de anciões, que formavam o conselho central do reino. A
missão desta sociedade, prevalecia em
todas as exigências religiosas e era tão poderosa, que possuía o direito de
vigiar se os governantes respeitavam os
preceitos morais divinos. Eles são os defensores e reguladores da ordem
tradicionalista, do cuidado com o conhecimento, do folclore, da historia e dos
mitos. Os membros desta sociedade desempenhavam múltiplas funções sociais. Os
membros da sociedade Orò, se
preocupavam. Com o adequado “respeito ao culto dos ancestrais”, mantendo-o
vivo, por tanto os membros desta sociedade se encarregavam de conseguir que os
mortos fossem enterrados conforme determinados rituais apropriados e suas almas
chegassem com segurança ao reino dos mortos, inclusive aquelas pessoas que por
infelicidade fossem mortos em acidentes ou tivessem mortes trágicas. Orò é um
Orisa masculino. Todos os homens adoram a esta divindade, somente ele podem
recebê-los e não devem existir duvidas a respeito de sua masculinidade.
sera: “o que recolher da areia da vida o chefe dos feiticeiros”, é um
espirito deificado dos homens. Orò recebe o nome de Ita e tem um companheiro
com o qual lhe chama ao vento, seu nome é Irele, com o qual caminha e se
alimenta com ele e é representado por um filete, cuja confecção é um segredo e
vive em cima dele. É chamada a divindade do mistério. Segundo o Odu Ogbe-Osa:
onde disse que vagava pelo bosque e fundou o estado de Kwara, a deidade do
segredo do retiro e do encanto. Na antiguidade a Sociedade Orò, estava
vinculada á Sociedade Ogboni (osugbo),
eram os executores dos criminosos; quando um criminosos era condenado pela
Corte Ogboni, eram os membros do Culto de Orò, os que executavam a sentença.
pertenciam a esta sociedade deveriam ficar recolhidos em suas casas ou corriam
o risco de morrer. Eles estabeleciam “o toque de recolher”. Durante o ano havia
de sete á nove dias dedicadas as festividades de Orò, especialmente em lua
nova, onde as mulheres teriam que permanecer trancadas dentro de suas casas,
com exceção as poucas horas, em que era permitido saírem para diversos fins. No
sétimo dia, nem sequer, titulo de nobreza. Quem desobedecia as regras desta
sociedade erm executados no ato do tabu. Orò é uma das forças sobrenaturais que
atuam durante a noite. Esta divindade trás prosperidade, mas ao mesmo tempo
devemos mencionar, que nem todos os Bábalàwòs lhe devm consagrar e ao fazê-lo atrairá
calamidades, inclusive a morte. Orò afefe Iku ( Orò o vento da morte).
representam as Sociedades Secretas, devemos entender que estas chegaram a
semear o terror em épocas passadas. Em realidade o poder estava menos em mãos
dos reis e anciãos do que de numa
Sociedade Secreta poderosa, cujos emissários se ocultavam embaixo das máscaras,
o que lhes permitia conseguir sem resistência alguma o que desejavam. A
Sociedade Secreta Orò, chegou ás mãos dos homens através do seguinte raciocínio:
capacidade de deleitar-se com a vida. Não obstante ela fez mal uso deste poder,
e todos os que a olhavam na face corriam o perigo de acabar cegos. Òbàtàlà se
dirigiu então a Òrúnmìlà o Deus das profecias, este lhe aconselhou através do
Oraculo de Ifá que tivesse paciência. Odú pediu a Òbàtàlá que fosse a sua casa viver com ela e
visse o que fazia. Um dia Òbàtalá ofereceu como sacrifício alguns caracóis (Igbin).
Comeu a baba de unm deles e ofereceu também a Odù. A mucosidade do caracol
abrandou o coração de Odù de forma que Òbàtàlá pode conhecer todos seus
segredos, incluindo o da Sociedade Orò e Egungun. Deste momento em diante,
estas sociedades estão em poder dos homens. Odù recomendou buscar a benevolência
e a aceitaçãi das mulheres para que estas seguissem sendo mães. Assim se fez e
os homens tiveram poder sobre as mulheres, porem estas teve em suas mãos o
poder sobre a vida. Se não tivesse sido assim, não haveria nascimentos.
poderosa. Entre os Oyos e os Egba (cuja capital é Abeokuta) seu poder politico
supera as exigências religiosas. Orò possui o direito de vigiar se os
governantes respeitam os preceitos morais divinos. Em suas mãos está a
salvaguarda da ordem tradicional, o conhecimento e cuidado dos mitos o folclore
e a historia. Seu saber encerra a sabedoria da sociedade. Orò antes do período colonial
tinha o direito de condenar a morte em tribunais secretos e justiçar os
condenados. Não obstante Orò desempenha também outras funções sociais. Os
membros de sua sociedade se preocupam em enterrar adequadamente os mortos e
conseguir que suas almas cheguem com segurança ao reino dos defuntos: e dá também
sepultura á aquelas pessoas que tenham tido um má morte, por exemplo os
assassinados ou por acidentes.
por isso só aparecem de noite. Seu
emblema é um pedaço plano de ferro ou madeira (sobre tudo de madeira de Òbò ou
Kam, que as bruxas (ajes) não podem ver nem farejar, pressa um cabo com corda,
o que a converte em uma madeira que zumbi (emitindo um som todo particular ao
ser manuseada). Cada Sociedade dispõe normalmente de dois tipos deste
utensílios. Um é pequeno e se conhece com o nome de Ise (moléstia) e o tom
estridente que produz se conhece como Aja Orò / Aaja Orò (cachorro de Orò /
Vento de Orò= Orò Afefe Ikú!). O outro provem dos madeiros grandes chamados
Agbe (espada) e emite um tom surdo que é considerado como a mesma voz de Orò,
este som anuncia que a morte está ameaçando alguém. Orò reproduz a voz dos
mortos e por isso se diz que são eles que os chamam. Antigamente aviam sete
dias do ano (as vezes eram nove) dedicados a adoração de Orò sempre em época de
lua nova. Os adeptos da sociedade (estre os de Abeokuta) costumavam levar
máscaras de madeira porem esta não chegam a cobrir todo o rosto da pessoa.
por causa do mistério e segredos entre os membros do Orò.
existem até hoje. Os sacerdotes do Orò mantêm estes segredos fechados para dar
maior valor para o culto do Orò.
nenhuma cor, nem folhas, nem galhos.
Òsùgbò. Este Òsùgbò sempre fica na frente do líder durante a festa do Orò.
Segundo, a história diz que os membros do Òsùgbò são em sua maioria famosos e
bem conhecidos. A maioria deles sao advogado, juiz, político, comerciante, etc.
e também que o culto do Ògbóni e uma filial da sociedade dos Òsùgbò. Durante a
festa do Orò os Òsùgbò são muito felizes, eles dançam, cantam e brincam muito.
Eles batem chifre de boi em madeira seca.
som diferente. Eles gritam: – YEEEPA! YEEEPA RI-PA! E MA WOOOO! A KII WOOOO!
ENI WOO FIRI A KU FIRI,Este tipo de grito é para afastar os Ògbèrì. Ògbèrì é
aquela pessoa que não tem sabedoria sobre o culto do Orò. Então, o grito é para
prevenir e chamar a atenção deles para ficarem em casa com todas as janelas e
portas fechadas.
de novo inhame ou sja,durante outras atividades tais como:
corpo da pessoa ou ele quer mandar embora Esu da cidade.
um membro dele já falecido. Ele veste a roupa daquela pessoa que morreu em uma
pessoa, depois faz um ritual (ètùtù) no cemitério daquele morto. Então esta
forma de falar com a morte de um sacerdote do Oro é chamadar Ìpàdè.
mandar embora uma pessoa ruim da cidade. A pessoa que faz maldade para os
outros.
sacerdotes do Orò. Os sacerdotes reúnem-se na floresta do Orò (Igbó Orò) para
fazer Orò para aquela morte. O familiar do morto paga muito dinheiro para fazer
estes rituais (ètùtù). Essa rituals pode aconteçe quando a familia de um morto
queria saber a causa de morte dele.
(Ijesu). As atividades dos sacerdotes do Orò são limitadas só para a floresta
do Orò (Igbó Orò) onde eles vão fazer todos os rituais (ètùtù). Eles também
dançam, comem, bebem e brincam durante a festa, mas todos na floresta do Orò (Igbó
Orò).
que eles vão usar para os rituais, então, todas as folhas e galhos desta árvore
vão cair antes do amanhecer do outro dia. Ninguém vai ver as folhas e os
galhos, pois os sacerdotes do Orò falam para o povo que Oro comem as folhas e
galhos daquela árvore.
que este ato citado, pode explicar os segredos através deste culto.
Àworì. Os Ekiti utilizam outro nome para chamar o Orò, eles dizem “Olúa”,
“Àtogun” ou “Èrèjù”.
Oriki
Oro pele o!!!
Ma ja kiki won Orun, mo dupe.
Mo be yin, ki e jeki oran ibanje maa kan gbogbo awon ti,
o ndaruko mi ni ibi ti won nsepe so mi,
ti won nsoro buburu si oruko mi, awon ti nbu mi,
ti won nlu mi ti won, ngb’ero buburu si mi.
Baba Oro Ki o r’omo gbe s ire, ki e jeki oruko mi han si rere,
ki ipa mi laye ma parun.
Ase!!
Oro eu te saúdo!
Eu agradeço aos poderes do Orun, meus comprimentos!
Oro! Que meus inimigos sejam por ti cobertos de todo o tipo de problemas,
que eles encontrem problemas de justiça em seu caminho,
que todos aqueles que estão maldizendo o meu nome,
que todos aqueles que estão abusando de minha boa vontade, que todos aqueles que estão desejando coisas más para eu e minha família.
Não permita que fofocas e mentiras sejam feitas no mundo contra mim.
Permita que minha linhagem floresça!
Ase!
SIGILO ABSOLUTO!!
F:055-11-4115.6795/ 96787.9019 – Whattsapp
Babalorixa Ricardo de Laalu.
Email: ricardolaalu@gmail.com


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