Como Divino: Sango erá um mortal filho de um Semi-deus ( Oranian) com uma mortal Torosi sendo assim era altivo e garboso fazendo assim uma Orisa se apaixonar perdidamente por ele, OYA assim que viu o garboso Obá se apaixonou e lhe deu os segredos dos Raios, Trovões e do Fogo, e no dia que Sango Bebado e brincando com seus novos poderes matou todos de sua aldeia com o fogo que saiu de sua boca e narinas, desesperado Sango se matou e foi para o mundo dos mortos, OYA sabendo disso ficou desesperada e foi se consultar com Orunmila e lhe pediu como fazia para trazer Sango de volta Orunmila disse que não seria possivel então ela se encantou e foi buscar Sango no mundo dos mortos e tranformalo em um Orisa e juntos foram para o Orun.( POR ISSO ALGUNS ANTIGOS DISSEM QUE SANGO TAMBÉM E UM BABA EGUN).
OYA e até hoje a unica ESPOSA DE SANGO!!
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Sacerdote de Sango – MagbaSacerdotisa de Sango
– Iya MagbáAtabaque de Sango – Ilu
batáToque favorito – AlujáFruto favorito
– OrogboBichos – Akunko (GALO),
Agutan(CARNEIRO),bodes (Òbúko), Ajapá(tartaruga), Falcão, Águia e Leão.Comida – AmaláSaudação:
Kawó-Kabiesilé Saudação é a forma com que os Orixas são reverenciados;Cores: Vermelho e Branco ou Vermelho e Marrom ou Marrom e Preto ou Marrom e Branco ou
somente Marrom ou vermelho.As cores representam os Orixás, e
podem variar segundo a linha religiosa;Dia
da Semana: Quarta-FeiraElementos: Fogo, Vulcões, Tempestades, Sol, Trovões, Terremotos, Raios,
criador do Culto de Egungun, senhor dos mortos, desertos e formações
rochosas;Elemento Livro: os livros
representam Sangô porque este orixá está ligado as questões da razão, do
conhecimento e do intelecto. Bem como a Justiça e o Direito;Ferramenta: Oxê, machado duplo
de dois cortes laterais feito e esculpido em madeira ou metal;Pedra: Meteorito;Domínios: Justiça, Poder
Estatal, Questões Jurídicas, Pedreiras;Oferendas: Amalá, cágado, carneiro,
e algumas vezes cabrito. Gosta de Orobô, mas recusa Obi(noz de
cola), ao contrário dos demais Orixás;
Folhas mais usada: aroeira
branca, alfavaca, abacateiro, bredo, cambará, cajueiro, camboatá,
cruzeirinho, caruru da Bahia, cansação do leite,crista de galo, capim de
burro, carrapeta, capim limão, desata-nó, erva de S.João, erva tostão, folha da
fortuna, folha de fogo,flamboyant, golfo de flor (qualquer que seja a cor),
gerâniocheiroso, imbaúba, ingá, jaqueira, jitirana vermelha, esponjeira,milho,
mandioca, laranja, manjerona, nega mina, orobô, quiabo,romanzeiro, pimenta
macaco, salsaparrilha, tamarineiro,urucum, veludo, vinagreira e maçã.Dança: Alujá, a roda
de Sangô. São vários toques que falam de suas conquistas, seus feitos, suas
mulheres e seu poder e domínio como Orixá.
Sango criador de Culto a Egungun
- Afonjá – Afonjá, o Balé (governante)da cidade de Ilorin. Afonjá era também Are-Ona-Kaka-n-fo, quer dizer líder do exército do império. Segundo a história de Oió, no início do século dezenove, Oió era governada pelo rei Aolé, ele possuía aliados que eram espécies de Generais, que lhe davam todo o tipo de apoio mantendo assim o podes absoluto sobre o Reino Iorubá e os reinos anexados. Mas um dia um desses generais resolveu se rebelar contra Oió e se unir com os inimigos, esse general se chamava Afonjá que era conhecido como Kakanfo de Ilorin. Declarou-se independente de Oió. Com isso o Rei de Oió Aolé se envenenou para não ver o desmembramento do Império. Afonjá traíu o Império Iorubá, mas quando os rebeldes assumiram o poder Afonjá foi decaptado pelo seu novo aliado. Este alegou que se um homem traíu seu antigo rei ele voltaria a trair tantos outros.
- Obá Kosso – Título que Sango recebe ao fundar a cidade de Kossô nos arredores de Oió, tornando-se seu Rei. Título dado também a Aganju, irmão gêmeo de Sango quando de sua chegada em Oió foi aclamado como o Rei Não se Enforcou, Obá Kô Sô.
- Obá Lubê – Título de Sango que faz referência a todo o seu poder e riqueza, pode ser traduzido como Senhor Abastado.
- Obá Irù ou Barù – Título dado a Sango logo após chegar ao apogeu do império, quando cria o culto de Egungun, é aclamado como a forma humana do Deus primordial Jakutá sobre a terra,senhor dos raios, tempestades, do Sol e do fogo em todas as suas formas. Ele acaba por destroir a capital do Reino numa crise de cólera e depois arrependido, se suicida , adentrando na terra.
- Obá Ajakà – Também intitulado Bayaniym,” O pai me escolheu “, que faz referência a ele por ser o filho mais velho de Oraniã, e ter por direito que assumir o trono, irmão mais velho de Xangô.
- Obá Aganjù – Aganju representa tudo que é explosivo, que não tem controle, ele é a personificação dos Vulcões.
- Obá Orungã – Filho de Aganju Solá e Iemanjá, Orungan é dono da atmosfera é o ar que respiramos, dono da camada que protege a Terra. Ver mais abaixo.
- Obá Ogodô – Muito falado também, é apenas o que se diz sobre Sango, pois, Ogodô é o verbo bocejar. Então, quando está trovejando, o que se diz é que Sango está bocejando. Dai Sango Ogodô, é apenas um título de Sango.
- Jakutà ou Djakutà – Jakutá, é a representação da justiça e da ira de Olorun, míticamente Sango foi iniciado para este Orixá sendo considerado como a forma divina primordial do mesmo. Ele foi enviado em sua forma divina por Olorun para estabelecer a ordem e submeter Oduduá e Oxalá aos planos da criação durante um momento de conflito entre as divindades. É o próprio Xangô.
- Obá Arainã – Oroinã e Oraniã – Personificação do fogo, o magma do centro da terra é o pai de Sango e de Aganju em sua forma humana.
- Olookê – Orixá dono das montanha, em algumas lendas é um dos filho de Oraniã, foi casado com Yemanjá.
DE SANGÔ
O conselho divino de Sangô está representado por 12 Obás – sendo seis à direita
e seis à esquerda – todos descendentes de Alafins. Tudo nesse tribunal divino
será julgado por eles em nome do Deus do trovão. Sangô, no Brasil é aclamado
como o Deus da justiça e da verdade. O número 12 equivale ao equilíbrio de Sangô. São eles:
Os ministros da direita:
Obá Abiodum
Onikoyi – rei de Ikoyi
Aresá – rei de Iresá
Onanxokum
Otaleta
Olugbon – rei de Ogbon
Os ministros da esquerda:
Arè ou Arè Onankakanfo
Otun Onikoyi – braço direito de Xangô e segunda pessoa
Otun Onanxokum
– braço esquerdo de Xangô
Eko
Kankafo – general de armada, chefe das tropas.
Relação de todos os Alafins de Oyó:
1. Oranmiyan
2. Ajaka – foi destronado
3. Sango – tornou-se divinizado como o deus do trovão e relâmpago
4. Ajaka – re-instalado
5. Aganju
6. Kori
7. Oluaso
8. Onigbogi – evacuação realizada de Oyo-Ile, provavelmente por volta do
século 16 “Havia 36 outros reis após Onigbogi.
9. Ofiran – construiu a cidade de Shaki
11. Egunoju – fundador do Oyo Igboho
12. Orompoto – especula-se ser uma mulher
13. Ajiboyede –
14. ABIPA – 1570-1580
15.Obalokun – 1580-1600
16. Oluodo – Ele não foi sepultado em BARA (The Royal cemitério, daí o seu nome foi suprimido)
17. Ajagbo – 1600-1658
18.Odaranwu – 1658-1660
19. Kanran – 1660-1665
20. Jayin – (Nomeado o Awuyale primeiro Ijebu Ode) 1655-1670
21. Ayibi – 1678-1690
22. Osiyango – 1690-1698
23. Ojigi – 1698-1732
24. Gbaru – 1732-1738
25. Amuniwaye – 1738-1742
26. Onisile – 1742-1750
27. Labisi – 1750
28. Awonbioju – 1750
29. Agboluaje – (Festival Bere Celebrado) 1750-1772
30. Majeogbe – 1772-1775
31. Abiodun – (Festival Bere Celebrado) 1755-1805
32. AOLE
33. Adebo
34. Maku – 1802-1830
35. Majotu – (Ilorin dimensionada pelos Fulani)
36. Amodo – 1830
37. Oluewu – (queda de Oyo antigo) 1833-1834
38. Abiodun Atiba – (Fundador de Oyo atual, celebrada Bere Festival) 1837-1859
39. Adelu – 1858-1875
40. Adeyemi I – 1875-1905
41. Lawani Agogoija – 1905-1911
42. Ladigbolu – 15 de janeiro de 1911-dezembro 19, 1944
43. Adeniran Adeyemi II – 05 de janeiro de 1945-setembro 20, 1955
44. Bello Gbadegesin – (Ladigbolu II) 20 de julho de 1956-1968
45. Adeyemi III – (Presente Alaafin de Oyo e Chefe de terra iorubá) 14 de janeiro de 1971 até à data vigente.
filho de Oranian, valoroso guerreiro,
cujo corpo era preto à direita e branco à esquerda.
Homem valente à direita,
homem valente à esquerda.
Homem valente em casa,
homem valente na guerra.
Oranian foi o fundador do Reino de Oyó, na terra dos iorubas.
Durante suas guerras, ele passava sempre por Empê,
em território Tapá, também chamado Nupê.
Elempê, o rei do lugar, fez uma aliança com Oranian
e deu-lhe, também, sua filha em casamento.
Desta união nasceu este filho vigoroso e forte, chamado Sango.
Durante sua infância em Tapá, Sango só pensava em encrenca.
Encolerizava-se facilmente, era impaciente,
adorava dar ordens e não tolerava reclamação.
Sango só gostava de brincadeira de guerra e de briga.
Comandando os pivetes da cidade, ele ia roubar os frutos das árvores.
Crescido, seu caráter valente o levou a partir em busca de aventuras gloriosas.
Sango tinha um Oxé – machado de duas lâminas;
tinha, também, um saco de couro, pendurado no seu ombro esquerdo.
Nele encontravam-se os elementos do seu poder ou axé:
aquilo que ele engolia para cuspir fogo e amedrontar, assim, seus adversários,
e a pedra de raio com as quais ele destruía as casas de seus inimigos.
O primeiro lugar que Sango visitou chamava-se Kossô.
Aí chegando, as pessoas assustadas disseram:
“Quem é este perigoso personagem?”
“Ele é brutal e petulante demais!”
“Não o queremos entre nós!”
“Ele vai atormentar-nos!”
“Ele vai maltratar-nos!”
“Ele vai espalhar a desordem na cidade!”
“Não o queremos entre nós!”
“Mas Sango os ameaçou com seu oxé.
Sua respiração virou fogo
e ele destruiu algumas casas com suas pedras de raio.
Todo mundo de Kossô veio pedir-lhe clemência, gritando:
Kabiyei Sango, Kawo Kabiyei Sango Obá Kossô!
“Vamos todos ver e saudar Xangô, Rei de Kossô!”
Quando Sango tornou-se rei de Kossô, ele pos-se à obra.
Contrariamente ao que as pessoas desconfiavam e temiam,
Sango fazia as coisas com alma e dignidade.
Ele realizava trabalhos úteis à comunidade.
Mas esta vida calma não convinha a Sango.
Ele adorava as viagens e as aventuras.
Assim, partiu novamente e chegou à cidade de Irê, onde morava Ogum.
Ogum o terrível guerreiro,
Ogum o poderoso ferreiro.
Ogum estava casado com Iansã, senhora dos ventos e das tempestades.
Ela ajudava Ogum em suas atividades.
Toda manhã, Iansã o acompanhava à forja
e o ajudava, carregando suas ferramentas.
Era ela, ainda, que acionava os sopradores para atiçar o fogo.
O vento soprava e fazia: fuku, fuku, fuku.
E Ogum batia sobre a bigorna: beng, beng, beng…
Sango gostava de sentar-se ao lado da forja para ver Ogum trabalhar.
Vez por outra, ele olhava para Iansã.
Iansã, também, espiava furtivamente Sango.
Sango era vaidoso e cuidava muito da sua aparência,
a ponto de trançar seus cabelos como os de uma mulher.
Ele fizera furos nos lobos de suas orelhas, onde pendurava argolas.
Usava braceletes e colares de contas vermelhas e brancas.
Que elegância!
Muito impressionada pela distinção e pelo brilho de Sango,
Iansã fugiu com ele e tornou-se sua primeira mulher.
Sango voltou por pouco tempo a Kossô,
seguindo depois, com seus súditos, para o reino de Oyó,
o reino fundado, antigamente, por seu pai Oranian.
O trono estava ocupado por um meio-irmão de Sango, mais velho que ele,
chamado Dadá-Ajaká – rei pacífico, que amava a beleza e a arte.
Sango instalou-se em Oyó, num novo bairro que chamou de Kossô.
E conservou, assim, seu título de Obá Kossô – “Rei de Kossô”.
Sango guerreava para seu irmão Dadá.
O reino de Oyó expandia-se para os quatro cantos do mundo.
Ele se estendeu para o Norte.
Ele se estendeu para o Sul.
Ele se estendeu para o Leste e ele se estendeu para o Oeste.
Sango, então, destronou seu irmão Dadá-Ajaká e fez-se Rei em seu lugar.
“Viva o Rei Sango, dono do palácio de Oyó e Senhor do Mundo!”
Sango construiu um palácio de cem colunas de bronze.
Ele tinha um exército de cem mil cavaleiros.
Vivia entre suas mulheres e seus filhos.
Iansã, sua primeira mulher, era bonita e ciumenta.
Osun, sua segunda mulher, era coquete e dengosa.
Obá, sua terceira mulher, era robusta e trabalhadora.
Sete anos mais tarde, foi o fim do seu reino:
Sango, acompanhado de Iansã, subira à colina Igbeti,
cuja vista dominava seu palácio de cem colunas de bronze.
Ele queria experimentar uma nova fórmula que inventara para lançar raios.
Baoummm!!!
A fórmula era tão boa que destruiu todo o seu palácio!
Adeus mulheres, crianças, servos, riquezas, cavalos, bois e carneiros.
Tudo havia desaparecido fulminado, espalhado e reduzido a cinzas.
Sango, desesperado, seguido apenas de Iansã, voltou para Tapá.
Entretanto, chegando a Kossô, seu coração não suportou tanta tristeza.
Sango bateu violentamente com os pés no chão e afundou-se terra adentro.
Iansã, solidária, fez o mesmo em Irá.
Osun e Obá transformaram-se em rios
e todos tornaram-se orixás.
Que racha e lasca paredes
Olàgiri-kàkààkà-kí Igba Edun Bò
Ele deixou a parede bem rachada e pôs ali duzentas pedras de raio
O Jajú Mó Ni Kó Tó Pa Ni Je
Ele olha assustadoramente para as pessoas antes de castigá-las
Ó Ké Kàrà, Ké Kòró
Ele fala com todo o corpo
S’ Olórò Dí Jínjìnnì
Ele faz com que a pessoa poderosa fique com medo
Eléyinjú Iná
Seus olhos são vermelhos como brasas
Abá Won Jà Mà Jèbi
Aquele que briga com as pessoas sem ser condenado porque nunca brigak injustamente
Iwo Ní Mo Sá Di O
É em ti que busco meu refúgio.
Sango Ona Mogba
Bi E Tu Bá Wó Ile
Se um antílope entrar na casa
Jejene Ni Mú Ewure
A cabra sentirá medo.
Bi Sango Bá Wó Ile
Se Sango entra na casa
Jejene Ni Mú Osa Gbogbo
Todos os Orisa sentirão medo.
(Eu lhe saúdo meu rei Xangô)
Erikú elemele, oko Oyá
(Divindade imortal, esposo de Oyá)
Ogírí ekun olojú iná
(Leopardo dos olhos de fogo)
Okunrin alagbara inu afefe
(Homem poderoso que vive dentro do furacão)
Okunrin ege, onilé olá, elerin ojobo
(Homem sensual, dono da casa da fortuna, famoso por seu bom humor)
Orisá warawere bi ategun
(Orixá ágil como o vento)
Otá opurò
(Inimigo dos mentirosos)
Iwo ni mo sá di ò!
(Em tí busco o meu refúgio)
O Rei lançou uma pedra.
O Rei lançou uma pedra.
Iyámasse cavou ao pé de uma grande árvore e encontrou
(Aganju/Ogodo/Afonjá) vai brilhar, então , mais uma vez como trovão
Lançou uma pedra com força (coragem)
O Grande Orixá do orum (terra dos ancestrais) vigia.
Rei que conversa no céu e que possui a honra dos Òje
Rei que conversa no céu e que possui a honra dos Òje.
Eu jejuo para o punidor.Badé, badé ìyá Tèmi
Badé, badé, meu espírito sofreÓ níìka, ó níìka árá ìn álàde o
Ele é cruel, o trovão é cruel sim. O dono da coroa é cruel.
Ele é cruel, ele é cruel(o trovão )Eu jejuo para o punidor.
Airá(o trovão), verdadeiramente voa e cai ruidosamente.
Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
Airá(o trovão), verdadeiramente voa e cai ruidosamente.
Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
O pássaro vagarosamente senta e chora para as grandes mães.
Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
Roda de Xangô
Áwè jè atètú Eu jejuo para o punidor.
Badé, badé ìyá Tèmi Badé, badé, meu espírito sofre
Ó níìka, ó níìka árá ìn álàde o Ele é cruel, o trovão é cruel sim. O dono da coroa é cruel.
Ó níìka àwe jé atètu Ele é cruel, ele é cruel(o trovão )Eu jejuo para o punidor.
Aira ma sá re awo, ariwo, ale odó Airá(o trovão), verdadeiramente voa e cai ruidosamente.
Ma sè Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
Aira ma sá re awo, ariwo, ale odó Airá(o trovão), verdadeiramente voa e cai ruidosamente.
Ma sè Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
Yèyé, kèrè-kèrè lo ni joko ayagba O pássaro vagarosamente senta e chora para as grandes mães.
Ale odó ma sè Forte como um pilão, como um tambor ( barulho ).
Aquele que é suficiente para sustentar o universo.
sigilo absoluto!!



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